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Orientações Gerais

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ORIENTAÇÕES GERAIS PARA CIRURGIAS:

Confira as Orientações de pós cirurgia ao lado, para as seguintes cirurgias:

ADENOAMIGDALECTOMIA

AMIGDALECTOMIA

ADENOIDECTOMIA

UVULOPALATOFARINGOPLASTIA

FARINGOPLASTIA LATERAL

1º Dia – Dieta líquida e fria: oferecer leite, sorvete (sem pedaços), sucos de fruta (com exceção dos sucos cítricos), gelatina, caldos,etc.
2º Dia – beber vários copos de água e adicionar comidas leves líquidas ou pastosas como por exemplo: “papinhas”, sopas batidas no liquidificador, pudim, purê de batata, purê de vegetais, etc.
7º dia em diante: Gradualmente retornar à dieta normal mas evitando comidas picantes ou muito temperadas, batata frita, amendoim, torradas, pipoca e bolachas até 1 a 2 semanas após a cirurgia.

  • O paciente deve permanecer dentro de casa e em descanso relativo por 3 dias;
  • Deve-se evitar tossir com frequência e limpar a garganta;
  • Mau hálito é frequente e pode ser evitado ingerindo bastante água e fazendo gargarejos com água pura ou misturada com soluções antissépticas, como Listerine, Cepacol, entre outros;
  • Uma membrana branca ou acinzentada aparecerá em ambos lados da garganta.
  • É normal e deve desaparecer em uma ou 2 semanas;
  • Dor de ouvido ou febre baixa são esperados;
  • O retorno à escola e/ou atividades deve ocorrer em 1 semana;
  • Não usar aspirinas por 2 semanas pois aumenta o risco de sangramento.

Sangramento em pequena quantidade no primeiro dia é normal. Sangramentos em grandes quantidades devem ser informados ao médico.

Em aproximadamente 2% dos pacientes ocorre um sangramento em pequena quantidade após 6 a 8 dias da cirurgia, sendo normal e geralmente cessa espontaneamente. Caso aconteça permaneça em repouso, deitado e jogue o sangue para fora da boca sem fazer muita força e faça gargarejos com água gelada. Se o sangramento não cessar prontamente entre em contato com seu médico. Se o seu médico não puder ser encontrado e o sangramento persistir dirija-se ao pronto socorro mais próximo.

Marcar um retorno em aproximadamente 1 semana.

PRINCIPAIS DÚVIDAS SOBRE TIMPANOTOMIA:

Porque os tubos de ventilação são recomendados?

Duas razões são frequentes: 1) Secreção ou fluído nas orelhas médias que não melhora espontaneamente em um longo período, usualmente 3 a 4 meses. Este fluído ou secreção geralmente causa algum grau de perda auditiva. 2) Múltiplas infecções de orelha médias (otites médias) que não foram controladas adequadamente com medicamentos ou que são severas. Outras indicações menos comuns são: retração severa da membrana do tímpano e problemas de pressão da orelha média.

Quais vantagens de sua colocação?

Uma vez que o fluído é removido com a colocação do tubo de ventilação a audição é imediatamente restaurada, por permitir a ventilação normal da orelha.

A maioria dos especialistas concorda que a aeração da orelha média restaurada com os tubos diminui a chance de infecções (otites). Ainda, com os tubos as infecções se tornam mais facilmente detectadas, pois a secreção proveniente das infecções drena através dos tubos de ventilação.

Como eles são colocados?

Uma pequena incisão é feita na membrana do tímpano, a secreção ou fluido é aspirada e o tubo é colocado nesta incisão. Em crianças este procedimento é realizado com anestesia geral, gera nenhuma ou pouca dor no pós-operatório e se trata de um procedimento rápido, com um período de internação sendo suficiente.

Porque existem diferentes tipos de tubos de ventilação?

Por existirem diferentes indicações, os modelos de curta duração (devem durar de seis meses a um ano) são os mais utilizados e resolvem a grande maioria dos casos. Tubos de média duração e longa duração são utilizados nos casos mais resistentes que requerem um segundo ou terceiro procedimento.

Porque nós não apenas drenamos o fluido sem colocar tubo de ventilação?

A razão principal é que a incisão na membrana do tímpano fecha espontaneamente em 48 horas e o fluido quase sempre retorna.
Que problemas podem ter os tubos de ventilação?
A maioria das crianças não tem nenhum problema. Podem ocorrer as seguintes intercorrências:
a) Os tubos de ventilação caem antes do tempo necessário ou permanecem por mais tempo do que seria desejado;
b) Infecções;
c) Perfuração da membrana do tímpano ocorre em 01 a 05%. Essas perfurações podem requerer reparo cirúrgico posterior.

Os tubos podem ficar infectados?

Sim, a inserção dos tubos não é garantia de ausência de infecções, mas com tratamento com antibióticos em gotas tópicas geralmente há controle adequado das infecções.

Os tubos têm que ser removidos?

Acima de 90% dos casos os tubos são espontaneamente expulsos, caem nos condutos auditivos e são removidos facilmente no consultório pelo especialista nas consultas pós-operatórias de rotina. Quando não forem expulsos pode haver necessidade de removê-los quando permanecem por muitos anos sem necessidade ou estão causando infecções que não conseguem ser controladas com medicação, nestes casos um novo procedimento sob anestesia será necessário.

Quais os cuidados após a colocação dos tubos?

Tampões de algodão embebido em óleo (Johnson, de cozinha, etc.) são usados para evitar entrada de água durante o banho e para piscina e praia, solicita-se confecção de tampões sob medida em silicone.

Com que frequência devo retornar ao otorrino?

A maioria dos otorrinolaringologistas solicita controle cada três a seis meses, até a normalização dos ouvidos.

E se os tubos estiverem bloqueados?

Se a membrana do tímpano ao exame estiver normal e não houver novo acúmulo de líquido não haverá necessidade de intervenção. Se houver sintomas há vários tipos de gotas otológicas que podem ser usadas e raramente há indicação de substituir o tubo.